November 23, 2010
Ajudou a matar os pais por dinheiro e amor

Escândalo em Braga

Fez-se mulher sem ter visto sequer uma telenovela: o pai, António Amável, subchefe da PSP de Braga, receava que as cenas de beijos a desviassem do caminho dos bons costumes. Maria José estava proibida de sair à rua se não fosse na companhia da mãe – e era a mãe que a conduzia à Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Braga e a ia buscar depois das aulas.

Aos 29 anos, professora de Português na Escola Secundária de Arcozelo, ainda não era uma mulher livre. O pai, entretanto reformado da PSP, continuava a tratar a filha com a atenção de sempre – ao ponto de lhe administrar o salário numa conta conjunta.
Maria José, às escondidas, passou a procurar companhia no correio sentimental de uma revista feminina. Durante meses, trocou correspondência com um homicida que cumpria pena na cadeia de Paços de Ferreira. Acabou tudo, ao fim de dezenas de cartas, quando conheceu nas mesmas páginas outro recluso – Pedro Infante, calculista, inteligente, que amargava 20 anos em Vale de Judeus pela morte da madrinha.
Pedro e Maria José trocam ardentes recados de amor, mortificam-se à espera do primeiro encontro, fazem planos para o futuro. Em Janeiro de 1990, Pedro, que estudava Direito na cadeia, pede uma saída precária: queria ir visitar um tia materna, doente, de 80 anos. Mas o juiz de Execução de Penas não se deixou convencer. Dois meses depois, o recluso insistiu: não pretendia apenas visitar a velha tia, também queria ir a Braga ver a noiva. O juiz deixou-o sair – por nove dias. Pedro começou a gozar a licença em 15 de Março de 1990. Não se sabe se chegou a visitar a tia, em Paço d’Arcos. Sabe-se que comprou uma pistola no mercado negro, em Lisboa, e partiu armado para Braga. Maria José esperava-o de braços abertos – e, pela primeira vez, mentiu aos pais: apresentou-o como estudante de Direito e residente em Lisboa. António Amável ficou desconfiado. 
Pedro Infante devia ter regressado à cela de Vale de Judeus em 23 de Março. Não o fez. António Amável, dias depois, descobriu que o amado da filha era um homicida procurado. Ainda assim, não o denunciou: pediu a Maria José que tivesse juízo. Ela revoltou-se. Conseguiu levantar as poupanças que tinha no banco e foi viver com Pedro para um quarto arrendado em Arcozelo. 
O dinheiro deu para um ano. O salário da professora não chegava para alimentar o luxo preferido do companheiro: passear-se em carros alugados em nome dela. Pedro Infante queria mais dinheiro. Maria José disse-lhe que os pais tinham para cima de 10 mil contos no banco. O homicida pensou num plano: matavam António Amável e Glória Peixoto – ele fugia para o Brasil e ela iria lá ter mal deitasse a mão à herança. Maria José aceitou ser cúmplice na morte dos pais.
Infante matou os sogros no dia 20 de Março 1991, uma quarta-feira: surpreendeu o sogro, manhã cedo, ainda na cama, e liquidou-o a tiro – e esperou a sogra de regresso da missa, na Capela das Terezinhas, e matou-a com uma pancada na cabeça. O assassino limpou os vestígios de sangue, arrastou os corpos para a cave – e à noite, com a ajuda da mulher, conseguiu dobrar os corpos de tal maneira que os enfiou em duas malas de viagem. Guardaram as malas, primeiro, no porta-bagagens do carro, depois, no quarto arrendado onde viviam. Quatro dias depois, abandonaram as malas na margem direita do Rio Minho, na região de Goyan, em Espanha.
Pedro Infante conseguiu fugir para o Brasil. Maria José iria ter com ele. Não chegou a ir. Os corpos foram encontrados e identificados pela polícia. A professora confessou tudo. O homicida foi preso no Rio de Janeiro e extraditado para Portugal. Foram julgados no Tribunal de Braga: ele apanhou 25 anos, ela foi condenada a 20 anos de cadeia. 
TRIBUNAL: PENAS
MARIA JOSÉ: Estava grávida quando começou a ser julgada, em Braga. Já está em liberdade. A casa dos pais, no n.º 50 da Rua de Camões, onde se deu o crime, ainda continua à venda. 
MENINA: A filha de Maria José e de Pedro Infante nasceu na cadeia de Felgueiras – e lá viveu com a mãe até aos três anos, idade com que foi entregue a um primo.
PEDRO INFANTE: A pena pela morte da madrinha foi considerada extinta em 2000. Continua preso. Cumpre a pena de 25 anos.
AMOR DE NETA: Um lápide da sepultura de António Amável e Glória Peixoto tem gravada sentida RECORDAÇÃO: “Vim ao mundo para viver/tive pena de não vos conhecer/mas ficais sempre no meu coração/da vossa netinha”.
Pedro infante
- Pedro Infante cresceu com a mãe e o tio materno, padre Albino, em Belas, arredores de Lisboa. Casou-se, em 1983, com uma professora de matemática
- Passou a viver do ordenado da mulher. Passeava -se ao volante de um Triumph. O dinheiro não dava para tudo
- Em Agosto de 84, matou a madrinha de casamento, Maria do Carmo, enfermeira no Hospital Egas Moniz, em Lisboa. Atirou o corpo ao Rio Tejo 
- Simulou que a madrinha tinha sido raptada e exigiu ao marido da vítima, Manuel Rodrigues, dentista, um resgate de três mil contos
- Foi apanhado pela PJ e condenado no Tribunal da Boa-Hora, em Abril de 1985, a 20 anos de cadeia

November 23, 2010
Quais os dez piores crimes contra a humanidade?

10.Hererós e Namaqua

QUANDO - 1904-1907


VÍTIMAS - 65 mil hererós e 10 mil namaquas


AUTOR DO CRIME - Alemanha

Foi o primeiro genocídio do século 20, na região onde hoje fica a Namíbia. Os poucos que não foram expulsos para o deserto de Kalahari acabaram nos campos de concentração, identificados por números e obrigados a trabalhar até a morte. Metade dos namaquas e 80% dos hererós foram mortos (os judeus perderam cerca de 35% de seu povo durante o massacre nazista). Um século depois, os alemães pediram desculpas, mas não ofereceram nenhuma compensação.


CRUELDADE - Os alemães ainda envenenavam os poços pelo deserto. Anos depois, ossadas foram achadas em buracos - as pessoas cavavam com as próprias mãos em busca de água.

 

9. Terror no Timor Leste

QUANDO - 1975-1999


VÍTIMAS - 150 mil timorenses


AUTOR DO CRIME - Indonésia

Quando essa ex-colônia portuguesa no sudeste da Ásia foi ocupada pela Indonésia, experimentou o inferno: plantações foram queimadas com napalm e seus reservatórios de água foram envenenados. E cerca de 20 mil pessoas “desapareceram”. Mesmo em protestos pacíficos a repressão era brutal. Em 1991, 400 estudantes foram fuzilados em um cemitério por causa de uma passeata, diante de jornalistas do mundo inteiro.


CRUELDADE - Em 1999, antes de sair do Timor, milícias indonésias mataram 61 pessoas que estavam escondidas numa igreja. A atrocidade ficou conhecida como Massacre de Liquiçá.

 

8. Crueldade na Bósnia

QUANDO - 1992-1995


VÍTIMAS - 200 mil bósnios mortos, 2 milhões de refugiados


AUTOR DO CRIME - Milícias e exército sérvio

Quando a antiga Iugoslávia se separou em vários Estados, os sérvios tentaram abocanhar o máximo de território. Quem mais sofreu foram os bósnios. Discriminados por serem muçulmanos, milhares foram executados e enterrados em valas comuns, enquanto a Europa e os EUA só assistiam. Em Srebrenica, milícias sérvias, no nariz das tropas da ONU, mataram 8 mil homens entre 12 e 60 anos.


CRUELDADE - Cerca de 40 mil mulheres bósnias foram sistematicamente estupradas. E quando engravidavam eram obrigadas a dar à luz.

 

7. revolta Circassiana

QUANDO - Últimas décadas do século 19


VÍTIMAS - 400 mil circassianos mortos, 1,2 milhão de exilados

Império Russo


QUANDO:Por volta de 1860, os russos estavam terminando de dominar o Cáucaso e a região da Chechênia. Mas no seu caminho estavam os circassianos, povos muçulmanos. Foi quando o general Yevdokimov teve a brilhante idéia de “convidar” (leia-se obrigar) os nativos a se mudar para o vizinho Império Otomano. Para garantir que os montanheses fossem realmente embora, os soldados destruíram aldeia por aldeia.


CRUELDADE - A limpeza étnica foi tão completa que hoje ninguém mais na região do Cáucaso fala os idiomas dos povos circassianos.

 

6. Porajmos, a caçada aos ciganos

QUANDO - 1939-1945


VÍTIMAS - 500 mil romanis (ciganos)


AUTOR DO CRIME - Nazistas

Quando os nazistas chegavam aos acampamentos ciganos, matavam sem dó. Muitas vezes, eles nem faziam a seleção na chegada aos campos de concentração - acabavam com todos. Até hoje, os 500 mil ciganos mortos (na proporção, um grupo tão grande quanto o de judeus assassinados na Segunda Guerra) são pouco lembrados.


CRUELDADE - Um dos casos mais macabros do médico nazista Josef Mengele é o dos gêmeos ciganos Guido e Ina, costurados um ao outro, pelas costas, como siameses. A mãe matou os dois com morfina para terminar com o sofrimento.

 

5. Massacre em Ruanda

QUANDO - Abril de 1994


VÍTIMAS - 700 mil tÚtsis mortos e 200 mil refugiados; centenas de hútus mortos

AUTOR DO CRIME - Milícias hÚtus

Durante cem dias, milícias hútus promoveram um banho de sangue nesse pequeno país africano, na tentativa de exterminar os tútsis, outro grupo étnico. Além da barbárie, o que mais chocou o mundo foi a posição passiva da ONU e das grandes potências, que assistiram à carnificina sem intervir. Ao final, guerrilheiros tútsis tomaram o país. Aí, foi a vez de 2 milhões de hútus, com medo de vingança, deixarem a região.


CRUELDADE - A principal arma usada para matar os tútsis eram as machetes (facões). Milhares delas foram importadas da China meses antes, num ato calculado de preparação.

 

4. Morte em massa na Armênia

QUANDO - 1915-1917


VÍTIMAS - 1,5 milhão de armênios mortos, 500 mil deportados


AUTOR DO CRIME - Turcos otomanos

Na Primeira Guerra, acusados de traição e de conluio com os russos, 2 milhões de armênios foram obrigados a deixar suas casas e marchar até uma região desértica próxima da Síria, onde eram deixados para morrer. É considerado o primeiro genocídio moderno em larga escala, feito de forma organizada (serviu de inspiração para Hitler, que sempre o citava como exemplo). Até hoje, a Turquia nega o massacre.


CRUELDADE - Quem “escoltava” os armênios até o deserto eram grupos paramilitares formados por ex-presidiários, que estupravam, roubavam e matavam os exilados durante a jornada.

 

3. Sangue no camboja


QUANDO - 1975-1979


VÍTIMAS - 1,7 milhão de pessoas


AUTOR DO CRIME - Khmer Vermelho

Pol Pot, líder dos comunistas que tomaram o poder no Camboja, resolveu “limpar” o país não de uma etnia específica (embora minorias chinesas e vietnamitas tenham sido dizimadas depois), mas de todos os que pensassem de uma maneira anticomunista. Os intelectuais, monges e qualquer pessoa com uma profissão foram considerados “maçãs podres”. Quem não foi fuzilado na hora foi para campos de reeducação, onde trabalhavam até a morte. É o mais famoso autogenocídio da História.


CRUELDADE - O desprezo pela vida marcava o lema do Khmer Vermelho: “Manter você vivo não nos traz nenhum benefício. Destruir você não será nenhuma perda para nós”.

 

2. Genocídio ucraniano


QUANDO - 1932-1933


VÍTIMAS - 3 milhões de ucranianos


AUTOR DO CRIME - União Soviética

Decidido a transformar a Ucrânia e sua produção de trigo numa fortaleza do comunismo, Stálin resolveu “limpar” a região do que mais o incomodava: os ucranianos. Eles não podiam falar seu idioma, foram perseguidos pelo serviço secreto e deixados sem comida. Bandidos cobravam preços abusivos no mercado negro, crianças eram abandonadas e até canibalismo rolou no que ficou conhecido como Holomodor.


CRUELDADE - Stálin lançou a “lei das cinco espigas”. Quem fosse preso pegando comida para si mesmo era acusado de roubar o Estado. Pena: dez anos de trabalhos forçados ou até a morte.

 

1. Holocausto judeu


QUANDO - 1939-1945


VÍTIMAS - 6 milhões de judeus


AUTOR DO CRIME - Nazistas

Além da quantidade, o mais assustador foi a forma quase industrial como os judeus foram massacrados. No auge dos campos de concentração, as roupas, dentes, cabelos e até os cadáveres eram reaproveitados pelos nazistas. Homens mais fortes trabalhavam até a morte, os “improdutivos” iam direto para as câmaras de gás e outros eram simplesmente executados (calcula-se em 1,4 milhão) em operações de “limpeza”.


CRUELDADE - O massacre também se deu de outras formas. Cerca de 800 mil judeus morreram de febre tifóide, desnutrição e outras doenças ao ficarem confinados nos chamados guetos.

http://mundoestranho.abril.com.br/cotidiano/pergunta_287816.shtml

November 23, 2010
Top Serial Killer

Assassinos em série existiram muitos no decorrer da história, mas quem foram eles? Quem foram os piores? 

Hoje mostramos os piores, dentre os piores deles, os mais terriveis, aqueles que cometeram os assassinatos mais hediondos, MAS apenas os que foram considerados culpados pelos seus crimes.

1.Gilles de Rais -

É considerado o precursor do moderno serial killer. Antes de “enlouquecer" ele era capitão militar dos exércitos de Joana D’Arc, e perdidamente apaixonado por ela. Após a morte de Joana perdeu completamente a sanidade. Após isso deixou a vida militar e refugiou-se na Bretanha Francesa, no castelo de Tiffauges, onde seus demônios e sentimentos mais perversos afloraram. 

Entre 1432 e 1440, chegaram a contabilizar o desaparecimento de mais de 1.000 meninos entre 8 e 10 anos na Bretanha. Em seu castelo, Gilles estava rodeado de uma corte grotesca de bruxas, alquimistas e sadistas. Gastava toda a fortuna em obras artísticas que lhe recordavam as campanhas com Joana D’Arc. 

As bizarrices, porém, ocorriam ao cair da noite, quando ele dedicava-se a torturar, estuprar e assassinar meninos, previamente seqüestrados por ‘bruxas’.

Em seu julgamento, ele se declarou, a princípio, inocente. Entretanto, em um de seus transtornos de personalidade, dos quais já sofría há anos, ele assumiu a culpa, dizendo estar arrependido. Gilles documentou todos os assassinatos e ações conturbadas. As declarações chocaram a França, pois era considerado um herói pelo povo. Chegaram a contabilizar 200 vítimas, porém é certo que este número seja bem maior. Ele foi condenado em última análise, de torturar, estuprar e assassinar dezenas, senão centenas, de crianças, principalmente meninos.

2. Albert Hamilton Fish -

Foi um pedófilo sado-masoquista, serial killer e canibal. É também conhecido como Gray Man, Lobisomem de Wysteria (Werewolf of Wysteria), Vampiro de Brooklyn(Brooklyn Vampire). Fish gabou-se de ter “tido crianças em cada estado” e afirmou que molestou cerca de cem crianças. 

Durante a sua vida foi apenas suspeito de cinco mortes. Fish confessou três homicídios e ter atacado duas outras pessoas. Foi também julgado pelo rapto e assassinato de Grace Budd. Fish foi condenado à cadeira eléctrica.

3.
Andrei Chikatilo -

 

Foi um assassino em série da Ucrânia, apelidado de “açougueiro de Rostov e de ‘O Estripador Vermelho’. Ele foi condenado pelo assassinato de 53 mulheres e crianças entre 1978 e 1990.

Em seu julgamento, Andrei definiu-se como um “aborto da natureza, uma besta louca”, ao qual “só restava a condenação à pena de morte, o que seria até pouco para ele”, nas palavras do próprio. Seu desejo foi atendido, com sua execução ocorrendo na prisão, em 14 de fevereiro de 1994, pelo pelotão de fuzilamento. Mas, antes disso, Chikatilo ainda pode chocar toda a sociedade russa, com as descrições sangrentas de seus crimes e de como fervia e arrancava testículos e mamilos de suas vítimas.

4.Joachim Kroll -

 

Kroll foi um serial killer e canibal alemão. Ele era conhecido como o Cannibal Ruhr (Ruhrkannibale) . Ele foi condenado por oito assassinatos, mas confessou a um total de 13.

Kroll disse que muitas vezes cortou porções de carne de suas vítimas para cozinhar e comer-los, alegando que ele fazia isso para economizar em suas contas de mercearia. 

Em abril de 1982, após um julgamento de 151 dias, ele foi condenado a deu nove sentenças de prisão perpétua. Morreu de um ataque cardíaco em 1991 na prisão.

5.Ted Bundy -

 

Theodore Ted “Robert” Bundy é um dos assassinos mais famosos da história dos Estados Unidos. Bundy estuprou e assassinou dezenas de jovens nos Estados Unidos entre 1974 e 1978. Depois de mais de uma década de negação vigorosa, eventualmente Bundy confessou 30 assassinatos, embora o total real de vítimas ainda é desconhecido. 

No corredor da morte, Bundy ainda admitiu que decapitou pelo menos uma dúzia de suas vítimas com uma serra. Também confessou visitar em seu sítio, os corpos de suas vítimas. Ele afirmou que ficaria com eles por horas, aplicando maquiagem em seus corpos e fazendo sexo com os corpos em decomposição até que a putrefação o forçou a abandonar os restos.

Bundy foi executado na cadeira elétrica as 07:06, em 24 de janeiro de 1989. 



Leia mais: http://blogdoselback.blogspot.com/2010/09/top-5-os-piores-serial-killers-da.html#ixzz167a38OA4

November 23, 2010
Nero, quinto Imperador de Roma (Âncio, 37 d.c - Roma, 68 d.c)

Nero, quinto Imperador de Roma (Âncio, 37 d.c - Roma, 68 d.c)
Sobrinho de Calígula e tataraneto de Augusto, foi adoptado menino pelo Imperador Cláudio, 2º marido de sua mãe, Agripina. Com a morte deste, ela consegue faze-lo aclamar novo soberano. Tinha 17 anos e parecia interessado só em música e poesia. Embora ainda não governasse, granjeou simpatias e jamais assinou penas de morte. Mas, enquanto sua mãe lhe usurpa o poder, larga-se a uma vida debochada.
A sua crueldade, violência e caprichos grotescos deixaram o império romano a beira da ruína política e financeira. Perseguiu doentiamente os cristãos, que recordariam como uma suprema encarnação do mal: o Anticristo.
O seu pai, oriundo de uma velha família aristocrata romana, morreu quando Nero tinha 3 anos. Fora um homem cruel, beberrão, que certa vez atropelara propositadamente uma criança com a sua quadriga esvaziara um olho a um cavaleiro, no fórum para vingar uma ofensa.
Nero matou a sua mãe e tomou Popeia como amante, com quem se casa após eliminar-lhe o marido. A seguir, a loucura total. Participa nas corridas do circo, nos teatros recita versos, dança e toca flauta. Correm boatos de que incendiou Roma, mas ele acuso os cristãos, a quem passa perseguir. Num acesso de fúria, dá um pontapé no ventre de Popeia que morre de aborto.
Confisca bens para pagar as suas extravagancias. Conspirações se sucedem. Os pretorianos, porém aclamam Galba novo Imperador. Nero foge e morre, mas, antes de morrer teria dito: “que grande artista morre comigo”.

Bibliografia: Twiss, Miranda - Os grandes monstros da história - editorial estampa

November 23, 2010

Em breve falaremos sobre O rei dos Gnomos: Um serial killer português.

November 23, 2010

 ”Fez parte da equipa da GNR responsável pela Escola Segura, em Santa Comba. Era conhecido e vizinho das vítimas que matou e lançou aos rios. Ainda não se sabe se as violou. As raparigas estavam desaparecidas há meses. Ninguém as imaginava mortas.”

Perfil: O cabo António Luís Costa, de 53 anos, é conhecido em Santa Comba Dão por uma alcunha simpática. Este homem bondoso, temente a Deus e amigo da ordem, da moral e dos bons costumes é, simplesmente, ?Tói? - estimado na cidade que ontem acordou espantada com a notícia de que ali vivia um assassino em série. É suspeito da morte de três vizinhas na flor de idade e que conhecia desde crianças. O homicida não perdia a missa de domingo e tinha a casa cheia de fotos do Papa João Paulo II. Ao longo dos 25 anos que serviu na GNR, revelou-se militar dedicado ? como atestam as folhas da caderneta recheados de louvores. E admirava o conterrâneo Oliveira Salazar, filho do vizinho lugar do Vimieiro, ao ponto de o recordar com devoção numa foto emoldurada. António Costa é casado com Fernanda, um ano mais nova, cozinheira na escola Secundária. O casal tem dois filhos: um é emigrante no Luxemburgo; o outro seguiu as pisadas do pai, alistou-se na GNR e está colocado num posto da região de Lisboa. O cabo reformou-se da GNR em Abril do ano passado ? e encontrou mais tempo para se dedicar a duas grande paixões: a Casa do Benfica; e a política local, na assembleia da freguesia, eleito pelo PSD. Deu-lhe para matar ? a sangue frio. É uma fraca figura, ar tímido, a dar para o baixo e magro. Tinha por hábito dar boleia a toda a gente que encontrava na estrada. Era tido como homem bem-educado e generoso ? sempre disponível para ajudar os amigos. A bondade em pessoa. Hoje, os mesmos que nada tinham a apontar ao respeitado ?Tói?, juram-lhe pela pele e garantem que lhe cortavam o pescoço se o apanhassem a jeito. António cresceu sem pai ? que se enforcou ainda ele e os irmãos ainda eram pequenos. A mãe, que está viva para chorar a vergonha dos crimes do filho, criou sozinha a prole de seis rebentos. António começou a trabalhar novo como a vida obrigava: arranjou a mal paga profissão de caiador ? até que, depois da tropa, ingressou na GNR e a pulso ganhou os galões as divisas de cabo. Tinha casa própria nos limites da cidade, em Cabecinha de Rei, e um apartamento na Figueira Foz, junto ao mar. Ontem, deixou Santa Comba em alvoroço. A terra só conhecera tanta agitação em Julho de 1970, quando o comboio com a urna de Salazar chegou à estação. 


Vítimas:

ISABEL ISIDORO (17 anos)

DESAPARECIDA A 24 DE MAIO DE 2005

Já tinha ido a França sem dizer que se ia embora. Por isso, quando desapareceu no ano passado, a 24 de Maio, a família pensou que voltara a partir para se juntar ao namorado e trabalhar ? e não participou à polícia. ?As amigas disseram o mesmo, já que houve uma altura em que fez isso e voltou passado um mês?, contou o tio Rui Isidoro, que foi colega de escola do suspeito dos homicídios. Isabel, de 17 anos, já abandonara os estudos e ultimamente trabalhara num restaurante. Gémea com um rapaz, cresceu em Cabecinha de Rei, num meio familiar instável, com mais dois irmãos de 24 e 29 anos. Era prima e vizinha da terceira vítima. Apenas o corpo de Isabel, devolvido pelo mar, na Figueira da Foz, uma semana após o sequestro, está perfeitamente identificado. 

MARIANA LOURENÇO (18 anos)

DESAPARECIDA A 14 DE NOVEMBRO DE 2005

A única das três que frequentava o ensino superior. Matriculara-se no curso de Contabilidade da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital, que depende do Instituto Politécnico de Coimbra. Órfã de pai, vivia com uns tios em Catraia, perto de Cabecinha de Rei, nos limites de Santa Comba Dão. A mãe reside perto, em Mortágua. Apesar do ingresso no ensino superior, Mariana pouco tempo gozou esse estatuto. Foi atacada a 14 de Novembro de 2005 e nunca mais vista pelos amigos e família. Presume-se que o corpo encontrado há um mês, mutilado, no sistema de filtragem da Barragem do Coiço, em Penacova seja o dela. Ontem, continuavam a decorrer diligências policiais para confirmar a identificação. Mariana era amiga de Joana Oliveira.

JOANA OLIVEIRA (17 anos)

DESAPARECIDA A 8 DE MAIO DE 2006

As buscas para encontrar o corpo da estudante de 17 anos prosseguiam ontem, enquanto o pai mantinha a esperança de voltar a vê-la com vida. ?A minha filha era sossegada e nem namorava. Dizia que primeiro estavam os estudos?, declarou Fernando Oliveira. A 8 de Maio, Joana esteve na escola e numa agência bancária ? para depositar um cheque ? e foi sequestrada no regresso a casa, em Cabecinha de Rei. Um percurso de 15 minutos que fazia a pé. Sonhando ser psicóloga ou educadora de infância, Joana frequentava o 11º ano na Secundária de Santa Comba Dão e andava preocupada com o desaparecimento da amiga Mariana, ocorrido seis meses antes. Recatada e cumpridora, era a mais nova de três irmãos ? Os outros têm 22 e 28 anos ? e vivia uma relação cúmplice com os pais.

Isabel Jordão (Leiria), com D.R e J.L.


November 23, 2010
Livros

Sinopse

Primeira colectânea sobre serial killers elaborada por uma escritora brasileira aborda com maestria e sem julgo a mente, a investigação e o perfil de frios e perversos assassinos e das suas vítimas. Com certeza você enveredará num mundo absolutamente desconhecido, misterioso e desconcertante.

 

Sinopse

Por todo o horror e repulsa genuínos que despertam em nós, não faz sentido negar que os serial killers exercem uma atracção macabra. Apelam não só ao nosso interesse mórbido, mas também à nossa necessidade de compreender um mistério fundamental do ser humano: como é que pessoas que parecem tão vulgares, tão iguais às outras, podem ter corações e mentes tão monstruosos. Escrito por dois especialistas, este livro junta num só volume os mais aterrorizadores e, ao mesmo tempo, fascinantes nomes da história moderna do crime

.

16 dos mais diabólicos homens e mulheres, da Roma antiga à actualidade

Se estiveres interessado, podes encomendar no site: http://www.wook.pt/

November 23, 2010
Átila, o Huno

Átila, o Huno, nasceu no séc. V e perdeu o pai muito novo. Como todos os Hunos do sexo masculino, aprendeu a montar a cavalo e a disparar com arco e flecha.
Foi criado numa sociedade profundamente supersticiosa, entre pessoas que cercavam os campos com cabeças de cavalos espetados em paus para afugentar os espíritos. Tornou-se muito atento a profecias e isso manteve-se durante toda a sua vida.
Átila, aprendeu a falar, a ler e a escrever latim no Império Romano, uma vez que este viveu lá uns tempos, no principio do séc. V. Admirava a rígida organização deste Império, no entanto tornou-se um inimigo de Roma.
Átila ficou conhecido como o “Flagelo de Deus”.
Constituiu um reinado de destruição e de terror: arrasou casas, torturou, matou e violou milhares de pessoas.
Conquistou um vasto Império que se estendia pelas regiões da Germânia, da Rússia, da Polónia e do Sudeste Europeu.
Aterrorizou o poderoso Império Romano com objectivo de acumular ouro e prata.
A lenda conta que os Hunos imergiam as setas no caldo de embriões cozidos, bebiam sangue de mulher e descendiam dos espíritos imundos do deserto. Foram estes bárbaros que mais aterrorizaram a Europa.

Bibliografia: Twiss, Miranda - Os grandes monstros da história - editorial estampa

November 23, 2010
Consequências de actos cruéis

http://www.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=1436&e_id=2211&c_id=1&dif=tv


November 23, 2010

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